Dor no joelho
Desde quando ela está aí? Em que passos da sua vida ela pesa mais? O que esse joelho já carregou por você?
Terapia transpessoal · pensamento sistêmico · psicologia analítica
Uma dor que volta, um cansaço sem nome, uma crise que se repete. Antes de qualquer explicação pronta, eu te convido a olhar para o que você sente do jeito que você sente. É assim que começa o caminho de se conhecer por inteiro.
Atendimento online a partir do México · em português ou espanhol
Exercício · cerca de 5 minutos
Cinco perguntas para observar, sem julgar e sem procurar significado ainda. Pode ser uma dor no corpo ou algo que se repete na sua vida. Nada do que você marcar ou escrever sai do seu aparelho.
Por que não usamos dicionários
Desde quando ela está aí? Em que passos da sua vida ela pesa mais? O que esse joelho já carregou por você?
Com quem ela aperta? Se essa garganta pudesse falar por um minuto, o que diria e para quem?
Quem mais na sua família viveu algo parecido? O que essa repetição tenta trazer de volta para o seu olhar?
A escuta não entrega uma resposta pronta. Ela devolve a pergunta para quem vive o sintoma, porque o sentido é seu.
A abordagem
O sintoma não é tratado como um erro a ser arrancado. Ele é olhado como uma imagem viva: uma linguagem do inconsciente que pede para ser integrada.
Na linha de Jung: símbolos, sonhos e imagens como mensagens da psique. O contato com a sombra, aquilo que a gente evita olhar, é parte do caminho.
Ninguém adoece sozinho. A constelação familiar ajuda a ver o lugar de cada um na história da família e as repetições que atravessam gerações.
Corpo, mente e espírito juntos. A crise é vista também como passagem: um convite a se reconectar com o sentido da própria jornada.
Conhecer-se por inteiro
Autoconhecimento não é só cultivar o lado bom. É ter coragem de olhar o que ficou no escuro, porque ali também moram forças esquecidas. Passe o dedo ou o mouse pelo quadro.
Quem sou
Comecei pela química e pelos óleos essenciais, olhando de perto como as coisas se transformam. Esse olhar me levou à psicologia analítica junguiana e à constelação familiar. Hoje acompanho pessoas que chegam com uma dor, uma crise ou um ciclo que não fecha e querem entender o que aquilo tem a dizer.
Moro no México e atendo em português e em espanhol. Meu jeito de trabalhar é a escuta: com leveza, acolhimento e sem pressa de interpretar.
Estudos e ensaios
Textos sobre a simbologia do sintoma e a observação fenomenológica, escritos para quem gosta de entender antes de começar.
Por que olhar a dor como mensagem e não como defeito.
A diferença entre decodificar e escutar.
O que Jung diz sobre o que a gente esconde de si.
Como funciona
Sim. As sessões são individuais por videochamada, para quem está no Brasil, no México ou em qualquer outro lugar.
Não. É um acompanhamento de autoconhecimento na abordagem transpessoal e sistêmica. Não substitui psicoterapia nem tratamento médico e pode caminhar ao lado deles.
Não. Muita gente chega por uma crise, uma transição ou uma repetição na vida. O sintoma é uma porta de entrada, não uma condição.
Não. Tudo acontece no seu navegador e some quando você fecha a página. Só chega até a Malu o que você decidir mandar.
Escreva do seu jeito. A primeira conversa é para a gente se conhecer e ver se faz sentido caminhar junto.